| nervocalm gotas (vol.1) |
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setembro 27, 2002 Eu quase ia me desculpar pelo sentimentalismo nostálgico deste blog, mas não vou. Acabei de ler sobre o dia feliz do Rico no zoológico e vi que este é o caminho da luz. Vejam vocês que a história das ariranhas assassinas do zoológico de Brasília se espalhou pelo mundo e foi parar na infância portoalegrense do Rico! E ele achando que só eu lembro... Que nada, menino, isso faz parte do folclore das criancinhas brasilienses nascidas nos anos 70. Infelizmente, ó pessoas que estão lendo isso e se enquadram nesta categoria, o Rico não tem comentários lá no Pitangas pra vocês escreverem "eu lembro! eu lembro! quando a notícia chegou, eu estava no meio da aula de pintura com canudinhos, sinto como se fosse hoje!" Mas tudo bem. Fica aqui registrado que as minhas irmãs, os meus primos, o meu amigo que acha que sabe muito de Brasília nesses anos infantis apesar de ser araguarino, tia márcia, todos eles vão pensar justamente isso. Da última vez em que estive no zoológico, já em São Paulo, também me apaixonei pelas lontras. Elas só ficavam nadando, brincando, girando dentro d’água; iam de um lado ao outro do tanque, cada vez com uma coreografia diferente; chegando na borda, batiam os pezinhos na parede pra dar impulso e começar tudo de novo. Às vezes, as exibidas davam uma olhadinha no público pra ver se estavam agradando e aí faziam uma manobra mais espetacular. Eu podia ter ficado um dia inteiro vendo isso. Eu quis ser uma lontra. E se eu senti mais ou menos o que o Zorro, de 4 anos, sentiu, acho que estou indo muito bem. É. mais um chororô de bel seslaf |
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