nervocalm gotas (vol.1)
nervocalm gotas (vol.1)


julho 30, 2003  

Eu quero tanto, mas tanto, mas tanto, o Potentes, Prepotentes e Impotentes do Quino.

mais um chororô de bel seslaf


julho 27, 2003  

Só a pândega cura minha cabeça dura. Mais um remédio:

Che scuitá strella, né meia strella!
Vucê stá maluco! e io ti diró intanto,
Chi p'ra iscuitalas moltas veiz livanto,
I vô dá una spiada na gianella.

I passo as notte acunversáno c'oella,
Inguanto che as otra lá d'ún canto
Stó mi spiano. I o sol come un briglianto
Naçe. Oglio p'ru çéu: - Cadê strella!?

Direis intó: - O' migno inlustre amigo!
O chi é chi as strellas ti dizia
Quano illas viéro acunversá contigo?

E io ti diró: - Studi p'ra intendela,
Pois só chi giá studô Astrolomia
É capaiz di intendê istas strella.

Juó Bananére . Uvi Strella

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julho 24, 2003  

Pedantismo lingüístico é dose. Viva o "me dá um cigarro aí". Viva a "nódoa no brim".

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julho 21, 2003  

O pessoal da escola de administração de harvard devia estar pensando em ganhar minha simpatia quando colocou num vídeo de negócios que eu tive de transcrever as palavras boondoggle e cockamamie. Mas adiantou? I think not. Eu não ri. No meio do caminho tinha muito gross profit, tinha muito cost control no meio do caminho. Pra quarta-feira tenho um filme de terror. Filme de terror, sei. Que que são uns monstrinhos careteiros perto da horripilantíssima reunião de planejamento estratégico, criatura dos corredores tenebrosos, sugadora de cérebros? Leva essa sua análise funcional daqui que eu estou com medo. Se me mostrar a projeção de lucros para o próximo trimestre eu dou um grito. Bah, não tenho nada pra dizer. Um mosquito me passou zunindo. Há 2 meses não como gelatina. Algo vai mal, muito mal. Gout and decrepitude. Queimem suas gravatas.

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julho 04, 2003  

Vocês já repararam que, em filme americano, sempre que aparece uma pessoa na cozinha preparando o almoço ou o jantar, ela está cortando pimentões? Olha, se fossem cebolas eu não diria nada. A cebola pode entrar na preparação de qualquer prato, em qualquer dia. Mas pimentões? Por mais que eu pense, não consigo encaixar o pimentão na rotina, num jantar de quarta-feira, mesmo cinematográfico. Se o personagem tem filhos, eu desconfio; os moleques não aceitariam pimentões assim numa boa, em todo filme.

Isso é muito estranho. As pessoas cortam pimentões tanto em filmes urbanos quanto em filmes de subúrbio e cidade pequena; cortam pimentões na Califórnia, em Chicago, em Nova York e no Kansas. E não é só isso: elas sempre param de cortar os pimentões quando alguém entra na cozinha. Eu estou cansada de ver pimentões no balcão, mas nunca vi um único deles entrar numa panela.

Hum. Deve haver uma mensagem subliminar aí. Any thoughts?

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julho 03, 2003  

Roteiro que não bate, teledrama de julgamento, overdose de chocolate, saco cheio e enjôo. São Transcrição, São Transcrição, fazei com que eu procure menos enrolar e ser enrolada, tentaintender o que nem é audível, me importar com as pataquada, pois é suando que se recebe, é adiantando que se é liberada e é terminando que se põe pra cima as pé-er-na.

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julho 01, 2003  

No fundo, eu devo ser uma grande de uma otimista. De que outro modo explicar meu espanto com as atitudes tortas e as idéias ilógicas dos outros? Só pode ser porque eu acredito e espero muito deles. Isso precisa ser revertido imediatamente. Será que se eu repetir dia e noite o mantra "todo mundo é burro, todo mundo é ruim / todo mundo é burro, todo mundo é ruim / todo mundo é burro, todo mundo é ruim" eu acabo me convencendo? Não, eu acho que não. Vou seguir a vida sendo uma pateta.

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