| nervocalm gotas (vol.1) |
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novembro 30, 2002 Loló, please don't let me be misunderstood. mais um chororô de bel seslaf Preguiça. Nenhuma vontade. Senso de ridículo. Miopia cerebral. Falta de jeito. Really, what's the point? mais um chororô de bel seslaf novembro 29, 2002 Aqui em São Paulo, parece, você só vale se tiver um patrão. Não tem uma ligação que eu faça pra obter informação em loja, empresa ou instituição que não me venham com "e você é de onde?", o que pra mim equivale a um "e quem te mandou aqui?". Eu sempre respondo que "não sou de lugar nenhum", mas ninguém nunca vê piada nisso. "É particular?" Ué, não somos todos? Rá, não em São Paulo. Em São Paulo, se ninguém te mandou, então nem ouse ligar, por favor. Se você "é particular", o tom do telefonista / recepcionista / atendente já muda, nota-se a decepção do outro lado da linha, caminhando para o desprezo. Hum, eu só queria saber se vocês têm o produto tal e tal disponível. "E quem indicou a nossa loja a você?" Quem indicou? Quem indicou foi o Zé. "Pois não... Zé de quê?" Zé da pu... Melhor desligar. mais um chororô de bel seslaf ‘I shall know hardly anything about you,’ said Will. ‘No one will tell me anything.’ ‘Oh, my life is very simple,’ said Dorothea, her lips curling with an exquisite smile, which irradiated her melancholy. ‘I am always at Lowick.’ ‘That is a dreadful imprisonment,’ said Will, impetuously. ‘No, I don’t think that,’ said Dorothea. ‘I have no longings.’ He did not speak, but she replied to some change in his expression. ‘I mean, for myself. Except that I should like not to have so much more than my share without doing anything for others. But I have a belief of my own, and it comforts me.’ ‘What is that?’ said Will, rather jealous of the belief. ‘That by desiring what is perfectly good, even when we don’t quite know what it is and cannot do what we would, we are part of the divine power against evil – widening the skirts of light and making the struggle with darkness narrower.’ ‘That is a beautiful mysticism – it is a –’ ‘Please not to call it by any name,’ said Dorothea, putting out her hands entreatingly. ‘You will say it is Persian, or something else geographical. It is my life. I have found it out, and cannot part with it.’ George Eliot . Middlemarch mais um chororô de bel seslaf novembro 28, 2002 Ooo, how i love the rainy days and the happy ways i feel inside... mais um chororô de bel seslaf novembro 27, 2002 Mais contribuições pro i used to believe Minha I was very quiet as a child. That's because I believed I would wear out my vocal cords whenever I talked and I had to save them for when I was older. Do Pablo My belly button is more like a hole. When I was a kid, I believed that as we grow up, all the new skin comes out of the belly button, like an whirlpool going backwards. I had to keep it clear of lint at all times, otherwise the new skin would have trouble coming out. Estive lá hoje pra ver se eu já tinha sido publicada (fui) e aproveitei pra ler muitos depoimentos. Achei engraçada a quantidade de gente que acreditava que era a única pessoa no mundo a ter o nome que tinha. Eu nunca achei isso. Sabia, claro, que havia muitas outras pessoas com o meu nome - milhares de velhas gordas doceiras espalhadas por aí. Adorei o depoimento de um garoto que acreditava, quando pequeno, que os olhos eram feitos de água. Ele achava que se mergulhasse de olhos abertos eles se dissolveriam na piscina e se perderiam. Que poético. mais um chororô de bel seslaf Descobri uma coisa: quanto mais grana tem o contratante, pior pagador ele é. Aposto que vocês não sabiam disso. mais um chororô de bel seslaf novembro 24, 2002 Marido viciado em jogatina, polenta pra durar uma semana, tradução grande pra fazer, um calor da peste, a casa, um caos. Devo tirar um recesso de 3 ou 4 dias daqui. A não ser que eu pense em alguma coisa urgente pra dizer, which is unlikely. Vocês já visitaram o mastiguinhas? Diversão garantida ou seu dinheiro de volta. Fora que dizem que Chanelta guarda, desde 1979, um vidro ainda cheio das verdadeiras mastiguinhas em seu armário e pode até dar uma de limão pra quem fizer um comentário original lá no vlóguei dela. É, só pode uma, menino, porque é vitamina! E por falar nisso, tia Márcia, será que não dá pra achar uma foto do garotinho ruivo das mastiguinhas na internerd? mais um chororô de bel seslaf Filme muito bacana é o argentino O filho da noiva. Se estiver passando aí em Brasília, Porto Alegre ou Fortaleza (oi, Josi!), eu recomendo. Devia ter mais filmes sobre gente velha. mais um chororô de bel seslaf novembro 22, 2002 cinematográficas Fim de filme Gaivota embicando no mar, em Barton Fink Seqüência mais bacana Albert Finney, mafioso irlandês, metralhando um bando inteiro de mafiosos italianos dentro de sua própria casa, vestido de robe de chambre, sem tirar o charuto da boca e ouvindo sua ária preferida, em Miller’s Crossing O melhor beijo Beijo roubado no chão da barbearia, em I wanna hold your hand mais um chororô de bel seslaf novembro 21, 2002 Descobri um site bacana sobre coisas em que a gente acreditava quando era criança. É este aqui. Mandei duas contribuições, uma sobre desenhar e outra sobre roer unhas. Uma . I've always loved drawing, mostly people or faces. But when I was little, I believed every single doodle you did was somehow transported to a different dimension to live forever – and I do mean live, as in walk, talk, think and feel – in the World of Drawings. So whenever I drew something ugly I’d be consumed with guilt. I thought I was responsible for condemning this defective drawing to an eternal life of mockery and misery. Boy, did I use rubbers back then. Outra . To get me to quit the never-ending nail-biting, my mom used to say that the bits of nails I swallowed would give me appendicitis, and then she pointed at the spot in my lower belly where my appendix was supposed to be and described the horrible pains I’d suffer. I never quit, but because of that odd prognosis of hers, I pictured my digestive system as a very simple mechanism consisting of 2 metal chutes going from my throat to my lower belly – one which would take all food and drink to the left, I guess to the stomach, and the other which would recognize and separate nails only and then send them to the right, straight to the appendix. Se algum de vocês resolver mandar alguma coisa, me avisem que eu quero ler. Ou podem só me contar no que vocês acreditavam quando crianças também. mais um chororô de bel seslaf novembro 20, 2002 Hoje estou com vontade de visitar muitos sites de psicologia para reafirmar meus diagnósticos de mim mesma e ver se me encaixo em um ou dois novos transtornos psíquicos. Também quero fazer uns testes de eneagrama e personalidade, ler umas mensagens em algum fórum dessas associações dos amigos do depressivo e depois ir escrever uma carta pro meu antigo psiquiatra pra guardar junto com as outras que eu não mandei. A cada tantos meses eu cumpro esse ritual. É manutenção. mais um chororô de bel seslaf Ah, sim. Os próximos artigos de F.F. Fiddlesticks no Chepooka seriam As baratas são imortais e A gordura como logro da natureza. O primeiro já é senso-comum hoje, claro, mas isso se deve exatamente à repercussão do trabalho do Fiddlesticks, que entretanto nunca usou o argumento da hecatombe nuclear, porque ele não viveu a Guerra Fria. O último defende a idéia de que debaixo da pele extra de todo gordo há o duplo de um magro – já que o número de combinações genéticas possíveis “é obviamente finito” e, logo, “rostos se repetem a todo momento”, a natureza tem de lançar mão desta artimanha para encobrir sua própria imperfeição. Minha cabeça é divertida às vezes. Pena é que o porteiro perdeu as chaves. mais um chororô de bel seslaf novembro 17, 2002 " - Ouve esta música? É a expressão da minha vida: uma partitura admirável, estragada por um horrível, por um infame executante..." Mário de Sá-Carneiro . A Confissão de Lúcio mais um chororô de bel seslaf Quando eu era criança, na escola, eu odiava que as professoras dessem tema pra redação. Meu negócio era o tema livre. Qualquer regra era um abuso. A gente vai crescendo e fica cada vez mais difícil lidar com os temas livres da vida. Parece que a cabeça vai se acostumando com os cabrestos, até não conseguir mais correr sozinha. Eu preciso de alguém que me diga não só o que fazer, mas também no que vai dar. mais um chororô de bel seslaf novembro 14, 2002 “Morality is very insidiously undermined, in the female world, by the attention being turned to the show instead of the substance. I am persuaded that in the pursuit of knowledge women would never be insulted by sensible men, and rarely by men of any description, if they did not by mock modesty remind them that they were women. For it is the right use of reason alone which make us independent of everything.” Mary Wollstonecraft . A vindication of the rights of women ... De uns tempos pra cá, comecei a notar que tenho mais dificuldade pra conversar com outras mulheres que com homens. Perceber isso me deixou triste, me deixou pensando. A única explicação que consegui achar é que, exatamente por causa do meu feminismo, eu exijo mais das mulheres que dos homens. Ou melhor, eu relevo menos coisas nas mulheres que nos homens, me decepciono mais facilmente com escorregões vindos delas e, como eu detesto confrontos, acabo desistindo delas mais rápido. Pra não discutir, pra não me aborrecer, ou porque eu sou uma covarde preguiçosa. Pra dizer a verdade, fora da minha família, eu conheci pouquíssimas mulheres que não se deixaram levar para o lugar-comum que lhes foi reservado. Na escola, nos empregos, sempre foi aquela conversinha irritante de papéis bem definidos e limitações sem sentido. Sempre aquelas colegas usando de fraquezas encantadoras pra conseguir favores de um cara qualquer, de todos os caras. Sempre tantas mulheres-clichê. Na hora de fazer esforço físico, ela invoca a presença de um homem? É uma mulher-clichê. Quando precisa se safar de situações difíceis, ela usa o seu charminho? Mulher-clichê. Vive dizendo que homem tem que ser rico, tem que ter carro, tem que ser, hum, Homem? Não dá outra. Aliás, vive falando de homem, period? Claro. Tem um milhão de regrinhas ridículas de etiqueta e bons modos para os outros, um monte de não-pode-isso e não-pode-aquilo, como somos sensíveis? Blagh. Tudo isso me cansa, me abate, por mim, por elas e por todas as que virão. What can i say? É um desserviço à causa, sim. Mas o pior de tudo é que é um desperdício, e isso é o que mais me entristece. Quanto desperdício, quanto desperdício. mais um chororô de bel seslaf novembro 13, 2002 Vi um filme do Walter Hugo Khoury outra noite no canal Brasil, sem saber que era dele. O WHK é um sujeito gozado, cuja grande fantasia é ser o senhor de um harém. Todos os filmes dele são mais ou menos sobre isso. Neste, o Antônio Fagundes é um sujeito milionário, claro, que vive numa puta casa sensacional, claro, e tem um filho pré-púbere, em estado catatônico desde a morte da mãe. Na casa também vivem a governanta possessiva do Fagundes, a namorada ciumenta do Fagundes e a moça lindíssima e diáfana que cuida do filho do Fagundes. Closes, troca de olhares. O filme quer ser fraudiano, imagine a desgraça. A moça coloca o menino na cama, ela está de lingerie, ele pensa na mãe morta, ela está de camisola, a moça sorri, o menino baba, tenho a impressão de que ele está perpetuamente excitado. It’s quite disturbing. O menino também fantasia com uma pedra do jardim – a pedra e a mãe, a mãe e a pedra. Aí a moça dança diante da pedra com um sorriso ambíguo. O menino baba com um olhar ambíguo. O Fagundes observa com uma idéia ambígua. Troca de olhares. Então aparece a filha mais velha. Ela chega de uma longa temporada no exterior e vai entrando em casa com uma cara lasciva. Closes. A namorada olha a filha com ciúme. A filha olha a moça com ciúme. A governanta olha todos com ciúme. O menino está com uma ereção de novo, santodeus. É muito rasteiro. No final, o Fagundes coloca na cabeça que ele e o filho são um só; que a moça é a única que consegue se comunicar espiritualmente com o menino babão; que, para curar o menino, é preciso completar essa comunicação com um conversê carnal; e que ele pode muito bem cuidar dessa parte. Ou seja, ele quer comer a moça como o filho, pelo filho e para o filho. Então ele entra no quarto escuro onde dormem os dois, em cama separadas, pelo menos. Ele olha para o filho com amor. Ele olha para a moça com desejo. Deita em cima dela. Beijos. O menino abre os olhos assustado. Close na pedra. Sobem os créditos. No que deve ter de gente por aí achando esse filme profundíssimo eu nem quero pensar. mais um chororô de bel seslaf novembro 11, 2002 Someone left the cake out in the rain. Oh, no. Que coincidência. Liguei na Antena1, tava passando Hotel California. Lembrei "ah! tenho que escrever aqui no nervocalm sobre as letras mais estranhas, incompreensíveis e veramente delirantes da história da música que eu conheço". E então, bizarrice das bizarrices, Hotel California é seguida pela campeã absoluta das eerie lyrics - MacArthur Park. Como diria Môlhio: djízuz! By the way, esse link aí leva pro Pop Culture Madness, que é um site muito legal sobre música pop americana. Eu já dei muita risada com as listas comentadas de piores músicas dos anos 60, 70 e 80. mais um chororô de bel seslaf novembro 08, 2002 Às vezes me dá uma vontade estranha de escrever alguma coisa que importe. mais um chororô de bel seslaf A vontade de escrever, o mesmo nada que dizer, esse luto de não ser brilhante, todo dia, todo dia, que chatice. Vou ter que digitar coisas dos outros de novo pra acalmar os dedos. Já disse – tenho a impressão de já ter dito tudo - que os meus dedos são o meu calmante? Em todos os sentidos. É, nesse aí também. Pra dormir, eu tamborilo os dedos no colchão. No escuro eu não roo as unhas. Eu gosto de ver a minha comida. Meus dedos são meio tortos. Será que todos os dedos são meio tortos? Acho provável. Eu gosto de comparar os dedos iguais nas mãos diferentes pra fazer casais - polegar com polegar, médio com médio, mindinho com mindinho, etc. É que o jeito como eu deixo as unhas em cada um deles dá uma cara mais masculina pra um e mais feminina pro outro quando eu os coloco juntos. Bom, é uma impressão que eu sempre tive. É, não faz nenhum sentido. Eu gosto da minhas mãos. Eu gosto das veias nas minhas mãos. Fico empurrando elas pra lá e pra cá. E também gosto das veias nos meus calcanhares, que são mais finas, parecem uma bacia hidrográfica. Sempre gostei de colorir mapas no colégio. Eu desenho por cima das veias, das linhas das mãos, e desenho muito nos joelhos também. Joelho é uma palavra engraçada. Os meus são escuros. Acho que é porque eu caí de joelho no cascalho uma vez quando tinha uns 5 anos. Mas isso também não faz sentido. Meus cotovelos também são escuros e eu nunca caí de cotovelo no cascalho. O que aconteceu é que um colega de escola uma vez bateu com o balanço na minha testa, e eu sempre achei que era por isso que eu tinha dor de cabeça. Minha cabeça também é meio torta. Será que todas as cabeças são meio tortas? Acho provável. Não sei se releio o Cioran ou recomeço o Pickwick. mais um chororô de bel seslaf Eu sempre tive dificuldade pra dormir, desde bebê. Meus pais contam que eu berrava todas as noites e só parava quando a minha mãe vinha e punha um braço pra dentro do berço. Isso durou até quase uns 3 anos, quando o meu pai, cansado de ver a minha mãe grávida e exausta tendo de levantar de madrugada pra me confortar, deu um berro 20 vezes mais alto do que eu jamais poderia, me calando para sempre. Não chorei mais, mas passei a molhar o colchão toda noite. Eu invejo essa gente que encosta no travesseiro e dorme. Eu fico tempo demais pensando besteira no escuro. Pra evitar isso, eu nunca vou me deitar cedo, fico adiando a hora de ir pra cama. Como agora. De uns anos pra cá - ou assim pensava eu, até esta tarde - eu também adquiri uma grande dificuldade pra acordar. Não é questão de sono pesado nem nada. É uma outra coisa. É uma coisa conscientemente involuntária, ou o contrário. Me pus pensando nisso hoje, mais um dia em que nem me lembro de ter ouvido o despertador tocar. Pensei se era essa a herança dos meus anos tristes, quando eu dormia 14, 16 horas por dia. Mas então lembrei que, quando criança, eu acordava todos os dias, todos mesmo, enjoada. Era o mesmo enjôo que eu sentia em qualquer situação difícil da minha infância. Até desenvolvi naturalmente uma técnica única no mundo pra evitar o vômito, que é esfregar com força o indicador direito na narina esquerda. Eu acordava enjoada todos os dias, vejam só. Não sei porque achei isso interessantíssimo. mais um chororô de bel seslaf novembro 07, 2002 Tem sido uma semaninha bem inha, sem inspiração e sem perspectiva. Mas comprei roscas de creme, vamos ver se melhora. mais um chororô de bel seslaf novembro 05, 2002 Há músicas que todo mundo conhece, mas não necessariamente conhece. Pode assoviar, acompanhar a melodia, conhecer até a letra, mas nunca realmente parou para prestar atenção. Eu conheci Yesterday há pouco, pouquíssimo tempo. Estava sentada ao lado do Pablo no sofá enquanto ele tirava no violão algumas músicas populares de um livro de partituras e letras. Quando ela veio, não me entusiasmei. Ansiosa pela próxima música, fiquei apenas quieta e, sem nada que cantar, comecei a seguir a partitura com os olhos, me adiantando na letra. E foi só aí, foi a primeira vez. Desde então, qualquer interpretação, menção, trecho, pedaço de acorde de Yesterday me faz chorar. mais um chororô de bel seslaf novembro 04, 2002 Eu sempre considerei a Nestlé uma empresa amiga da criança (que sou eu), mas agora vou ter que ficar de mal. O problema começou faz tempo, quando ela decidiu chamar Kri de Crunch e Lolo de Milkybar. Depois, heresia, arredondou os contornos na embalagem do Chokito. Diversificou o Mentex e sumiu com os meus amados caramelos caramelos caramelos caramelos. Baleiro de cinema já nem é a mesma coisa. Agora eles tiveram um ataque e mudaram tudo, todas as embalagens, até mesmo o relevo dos biscoitos Bono (que nem se chamavam Bono) eles mudernizaram. É um desrespeito à nossa memória afetiva. O pior é que o novo desenhista da Nestlé só tem uma única idéia, coitado, uma idéia fixa. Pra ele, todo produto deve ser apresentado descendo a correnteza. É dadinho de caramelo em caramelo liqüefeito, quadrados de chocolate em rios de chocolate, morangos arrastados por grande ondas de suco, biscoitos de milho-verde numa cachoeira amarela. E sempre tem uns espirros, uns pingos, uns efeitos especiais. Acho feio. Assim não dá. Já estou comprando biscoitos Bauducco. p.s. E a Kellog’s avisa: o novo nome da sua granola é Kellness! Que porra de nome cretino é esse? Ah, não, estou muito desgostosa. mais um chororô de bel seslaf |
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