| nervocalm gotas (vol.1) |
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outubro 08, 2002 uma análise eleitoral ou ecos do meu sábado infantil Era uma vez uma baratinha. No trem lotado, não sabe quem surrupiou sua carteirinha. Por muito pouco não foi refém. Nas eleições, essa baratinha, indignada, como convém aos candidatos de dura linha, às urnas foi escolher alguém. “Quem vai levar o da senhora baratinha, que tá cheia de bandido e cansada de abobrinha? Passem, passem, cavalheiros, passem todos, sem tardar, que, prometo, o mais reaça o meu voto vai levar.” Naquele momento, passou bufando um quatro-olhos de barba preta, ia seus passos cronometrando, gesticulando, todo ranheta. “Careca que vai passando, quer o meu voto levar? Nem sei do que está falando mas é de impressionar! Sou porém muito sensível e medo tudo me traz. Diga primeiro, Enéas, como é que você faz.” “Obrasilestáconduzidoporumacorjadementecaptos larápiossanguessugaséumjoguetesórdidorepugnante pelaordemsoberaniaordemnacionalismoordemmordem meu nome é Enéééééééééééas!” “Este merece o meu voto, rosnando, fazendo careta. Suas idéias adoto com ele ninguém se meta.” - THE END - mais um chororô de bel seslaf |
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