outubro 03, 2003
Há quase uma semana tentando digerir o telefonema mais absurdo, surreal e absolutamente incompreensível que eu já recebi, me pus a pensar em um monte de abobrinhas, que agora não vêm ao caso. O caso é: no passado, as pessoas eram pra mim como espinhos – machucavam, como machucavam, e espetavam meu pobre coração juvenil. Hoje, na maturidade (cof), as pessoas são pra mim como monólogos teatrais – não sei como tem gente que entende e, ainda por cima, gosta.
mais um chororô de bel seslaf