dezembro 17, 2003
É triste ser mãe de teorias infundadas porém engraçadinhas e de repente achá-las por aí publicadas em revistas virtuais, desgarradas de mim, assim, puf. Eu pergunto pra uma delas, incrédula: minha filha, coméque você foi parar aí? Por que você não está usando meu sobrenome? Agora você vai ficar conhecida por esse outro, meu bebê. É isso que você quer? Você sabe quantas sinapses e quantos segundos me custou concebê-la? Você tem idéia da lógica complexa e do rigor empírico que eu tive que ignorar pra que você nascesse assim tão perfeitinha? E tudo isso pra quê? Pra você sair por aí toda maquiada se encaixando em texto alheio? Honra tua mãe, teoria torta. Sua adorável desimportância não nega a raça.
mais um chororô de bel seslaf