| nervocalm gotas (vol.1) |
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maio 22, 2004 O Pequeno Príncipe, o filme. Como não respeitar uma obra semi-infantil que tem uma canção que encoraja o suicídio? Fico até emocionada. Não me importa que seja o Bob Fosse dançando com um péssimo figurino. Fosse o que fosse, eu não deixaria de esperar pela cobra toda vez que pego o filme passando na tv. On a side note, alguém que tenha visto a versão anos 70 do filme O Pássaro Azul, numa dessas sessões da tarde da nossa infância, também deveria guardar um certo respeito pelo atorzinho do Pequeno Príncipe. Não? Vou refrescar a memória de todos. A cena se passa no limbo, onde os espíritos das criancinhas aguardam sua vez de reencarnar. O principezinho está lá, desconsolado, porque a garotinha-sua-alma-gêmea está prestes a reencarnar sem ele. Ele se despede dela prometendo que vão se reencontrar. Ela pergunta como. E ele responde, muito convincente: - Você vai me reconhecer. Eu serei a pessoa mais triste de todo o mundo. Agora vê se eu não tenho razão. mais um chororô de bel seslaf |
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